quinta-feira, 30 de junho de 2016

Vereador Marcelo Santa Cruz confere o evento da 13 maior tapioca de Olinda

A tapioca, considerada um Patrimônio Imaterial e Cultural da Cidade de Olinda foi produzida na noite de ontem (29), em tamanho gigante, tendo como principais ingredientes a goma e o coco ralado, pela Associação das Tapioqueiras e Artesãs do Alto do Alto da Sé. O evento da 13 maior tapioca de Olinda contou também com a apresentação de quadrilhas juninas, coco de roda e muita animação. O vereador Marcelo Santa Cruz participou dessa homenagem a essa comida típica e símbolo da nossa tradição.





Vereador Marcelo Santa Cruz participa da festa do Terreiro de Xambá

Participando da festa em comemoração aos 51 anos do Terreiro de Xambá e 102 anos de Mãe Biu. Preservando o Culto aos Orixás, segundo os ritos do Povo Xambá.






quarta-feira, 29 de junho de 2016

Vereador Marcelo Santa Cruz prestigiou inauguração do busto de Padre Henrique



No Dia Internacional de Luta contra a Tortura, um busto em homenagem ao Padre Henrique foi inaugurado ontem (28), na Praça do Parnamirim, Zona Norte do Recife, último lugar onde o religioso foi visto antes de ser torturado e morto durante a ditadura. PADRE HENRIQUE, PRESENTE AGORA E SEMPRE!

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Política e Cultura - Marcelo Santa Cruz concorda com Alceu valença ao defender reformas estruturais na política brasileira

O Texto abaixo é de autoria do amigo, cantor e compositor olindense Alceu valença, onde destaca a forma como a democracia tem sido desmoralizada e defende uma reforma ampla estrutural e política. O vereador Marcelo Santa Cruz concorda com o poeta e acrescenta que essa tem sido a bandeira do Partido dos Trabalhadores (PT) e dos Movimentos Sociais, defendida com muita garra pela Frente Brasil Popular e Povo Sem Medo. #FORATEMER

Leia na íntegra!

REFORMAS ESTRUTURAIS, INCLUSIVE POLÍTICA
por Alceu Valença
*Publicado no Jornal Diário de PE

Demorei bastante para me manifestar sobre a gravidade de nossas questões políticas. Sou elétrico de nascença, mas devido à complexidade dos fatos e da necessidade de uma análise mais consistente, caminhei com muito cuidado, fazendo pausas para reflexões a observar, com prudência, os fatos que vêm se revelando dia após dia. Esse processo doido continua ativo e muita história ainda será vomitada, mas, hoje, já tenho meu diagnóstico. Aliás, há muito já discutia sobre a necessidade de uma ampla reforma estrutural e política.

As regras que conduzem as eleições no país favorecem a corrupção, desvirtuam e desmoralizam a nossa jovem e imatura democracia. As legendas, com raríssimas exceções, estão comprometidas do pé ao pescoço, da razão até a alma, e vitaminam a plutocracia instituída no Brasil. Não existe saída. Capital, dinheiro não têm ideologia. Sua gula desenfreada é crescer e ganhar sempre mais. É irracional. Não é bom, nem ruim.

Pensamos, logo existimos, não é verdade? O pensamento, os valores deveriam ser protagonistas e não o dinheiro. É tão claro, lógico e insofismável. Um empresário pode até simpatizar com um político pelo programa do partido ao qual ele pertence. Poderia dar contribuições nas respectivas campanhas públicas. Mas, simpatia de 10, 20 milhões de reais? No fundo, é um investimento ou um fundo de investimento? Depois virão obras, muitas vezes superfaturadas, para devolver e multiplicar o que fora "doado". O político bem relacionado no "high society", certamente, gozará de melhores oportunidades para se eleger. A democracia já começa marcada pela desigualdade.

É o troco,
é a troca,
é o trocado,
é o truque do dinheiro doado
ou investido?
É o sistema corrompendo
o indivíduo.
É a sangria desatada.
Bandidos.

As reformas não devem se restringir apenas `a questão do financiamento das campanhas. Já daremos alguns passos favoráveis com o fim da reeleição, que se mostrou prejudicial à dinâmica da gestão pública. Mas outras questões devem ser levantadas e amplamente discutidas. Penso também na urgência de uma reorganização estrutural, na desburocratização responsável, na agilidade e eficiência da máquina pública.

É preciso regulamentar a mídia com muita, muita prudência para não sufocar a liberdade de expressão.

É preciso priorizar a cultura brasileira sem, contudo, nos fecharmos para o mundo globalizado. Somos seres planetários, mas, por enquanto, ainda existem fronteiras, barreiras culturais e econômicas. Precisamos cuidar do que é nosso.

É preciso ter uma economia eficiente, mas que observe as questões sociais que se arrastam há séculos.

É preciso caminharmos adiante e progredir, respeitando a natureza e implementando o desenvolvimento sustentável.

É preciso mais tolerância.

É preciso entender que só a diversidade é capaz de promover o desenvolvimento da nossa sociedade.

É preciso respeitar as diferenças.

É preciso mais solidariedade e mais união.

Finalizando, se quiserem ir às ruas exigir as reformas necessárias para o fortalecimento real do nosso país, me avisem. Estarei junto!

Foto: Hesiodo Goes/Esp. DP"